
A rotulagem de produtos destinados à alimentação animal é um dos pontos mais sensíveis quando o assunto é conformidade regulatória. Informações incorretas ou incompletas podem resultar em autuações, recolhimento de produtos e prejuízos à credibilidade da empresa. Por isso, é fundamental seguir rigorosamente as diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária.
Um dos erros mais comuns está na descrição inadequada da composição do produto. Ingredientes, níveis de garantia e aditivos devem ser informados de forma clara, precisa e conforme a legislação vigente. Qualquer divergência entre o rótulo e a formulação real pode gerar penalidades.
Outro ponto crítico é a falta de informações obrigatórias. Dados como identificação do fabricante, número de registro, lote, data de fabricação e validade são indispensáveis e devem estar corretamente posicionados e legíveis no rótulo.
A padronização da linguagem também merece atenção. Termos técnicos devem ser utilizados de forma correta, evitando ambiguidades ou interpretações equivocadas. Além disso, a rotulagem deve seguir padrões específicos de formatação, dependendo do tipo de produto e sua finalidade.
Problemas de legibilidade são igualmente frequentes. Tamanho de fonte inadequado, contraste insuficiente e excesso de informações podem dificultar a leitura e comprometer a conformidade.
Para evitar não conformidades, é essencial implementar processos de revisão e validação dos rótulos antes da produção. Auditorias internas, conferência técnica e alinhamento com profissionais especializados ajudam a reduzir riscos e garantir que todas as exigências sejam atendidas.
A rotulagem correta não é apenas uma obrigação legal, mas também uma ferramenta estratégica para transmitir confiança, transparência e qualidade ao mercado.